domingo, 14 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Arte nas ruas de João Lisboa
Os moradores Da cidade de João Lisboa -MA, serão alem de expectadores protagonistas na realização da I mostra de Teatro de Rua, dessa cidade que acomoda mais de 20.000 habitantes. E dessa totalidade uma parcela é de feita de sua juventude, que nem sempre tem a arte como elemento balizador no seu desenvolvimento pessoal.
É com esse olhar que elaborou-se e apresentou-se ao Ministério da Cultura, através do edital do programa Mais Cultura para Microprojetos da Amazônia legal.
Gerenciado pela Fundação nacional das Artes- Funarte
Gerenciado pela Fundação nacional das Artes- Funarte
O projeto 1º Mostra de Teatro de Rua de JoãoLisboa-Ma, foi aprovado como possibilidade de tornar acessível a jovens na faixa etária de 17 a 29 anos.
A metodologia participativa, foi escolhida para organizar as oficinas de teatro que capacitaram os jovens envolvidos diretamente nesse processo. Os quais serão multiplicadores dessa arte, em seus espaços sociais ocupados a exemplo da escola, igreja, grupos sociais etc.
Objetiva ainda, que o resultados da formação seja visualizados na montagem de espetáculos que apresentados a todos os joão-lidsboenses que se fizerem presentes na culminância das atividades.
Para o dia 22 de agosto está marcado o a primeira ciranda das artes, como vamos nomear nossos encontros. Para isso contamos também com participação especial do acadêmico do curso de Artes – UFMA, que reside em João Lisboa, para auxiliar na divulgação , bem como um dos facilitadores nas oficinas do Projeto. Sem aqui esquecer de mencionar que o mesmo é professor na nossa cidade.
Sobre o proponente:
Roberto Henrique Lima é, acadêmico do Curso de Licenciatura em Geografia- UEMA-CESI é o responsável pela realização das atividades do projeto. No entanto, vai contar com a parceria de membros do Coletivo Retrarte, universitários, Secretaria de Cultura de João Lisboa, e quem mais se sentir mobilizado para contribuir nesse evento impar para essa nossa região.
Jovens da RESEX Ciriaco participam de oficina para a construção de Inventário Histórico-Social.
Ponto de vista do professor Jagno Nepomuceno
Jovens da RESEX Ciriaco participam de oficina para a construção de Inventário Histórico-Social.
O evento ocorreu no dia 30 de Julho de 2011 no Povoado de São Domingos, Município de Cidelandia-MA e contou com a participação de aproximadamente 20 jovens de 18 a 27 anos das comunidades que estão inseridas no perímetro da RESEX Ciriaco ou em seu entorno.Estiveram presentes também Vanusa Babaçu, organizadora do projeto, e pelos servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, Euvaldo Pereira da Silva e pelo Analista Ambiental Jose Jagno Rodrigues Nepomuceno que, na ocasião, foi quem conduziu a oficina.
A oficina realizada no ultimo dia 30 constitui parte da programação para a construção de um Inventario Histórico-Social da Reserva Extrativista do Ciriaco, projeto da autoria da senhora Vanusa Babaçu, com aprovação junto ao Ministério da Cultura e que conta com a parceria do Instituto Chico Mendes, através do Núcleo de Gestão Integrada de Imperatriz-MA.
A oficina teve como objetivo aproximar a comunidade jovem da RESEX buscando um olhar diferenciado sobre a Unidade Conservação e os problemas ambientais locais. Os principais temas discutidos foram: a importância do ICMBio na proteção da biodiversidade, Unidades de Conservação, Amazônia Legal, Resex Ciriaco, Zona de Amortecimento e Leis do babaçu livre.O encontro contou também com produção textual, na forma de prosa e versos, traduzindo o olhar dos jovens acerca da RESEX Ciriaco, bem como leitura e interpretação de textos sobre problemas ambientais locais.
Durante os trabalhos foram exibidos alguns vídeos que retratavam o cotidiano das quebradeira de coco babaçu, bem como imagens que revelavam diferentes aspectos ligados a RESEX Ciriaco.Na ocasião o publico jovem se mostrou bastante entusiasmado com o projeto e com a participação na oficina.
Estudando na beira do Brejo
Mastigado da Jumenta, é o local que todos os moradores de Ciriaco e adjacências reúnem-se para divertissem na margem do brejo Andirobal.
No sábado dia 06 de agosto, foi outro vez tempo e hora de um novo encontro, com o objetivo de estudarmos um pouco mais sobre quais elementos importantes vamos abordar no nosso inventário, que vai conta com a contribuição de cada jovem que se inseriu no projeto patrocinado pelo Ministério da Cultura, de responsabilidade da Fundação Nacional das Artes. FUNARTE.
O tema abordado foi DIREITOS HUMANOS E O ACESSO À TERRA. Ministrado por Junior Mendes eximo conhecedor do assunto. Haja vista que o mesmo integra o Coletivo de Direitos Humanos do MST, e é assentado no PA Califórnia na vizinha Açailandia.
Tivemos ainda, como convidada e observadora a Professora do IFMA, da área de meio ambiente, e também do Direito, contribuiu imensamente para o entendimento do tema. Dialogou sobre a possibilidade de um intercambio com seus alunos do curso de meio ambiente e os jovens de Ciriaco, o que seria uma experiência impar para todos os envolvidos. Estamos aguardando.
A escolha do local se deu por vários motivos: Decidimos fazer o trabalho bem diferenciado e itinerante dentro da área da Resex. Observar o local, qual a interferência dos moradores, como esta sendo cuidado, ou não pelos que se aproveitam do espaço, como o órgão gestor se coloca frente ao empreendimento, que os jovens fizeram questão de grifar, já é uma aula de geografia.
O calor da tarde foi outro elemento salutar para aderirmos ao bar do Justino Colodino, que ficou o tempo inteiro escutando o dialogo, assim como sua esposa Pepita que bordava ali do lado e ouvia atentamente cada palavra.
A participação da juventude a cada encontro é superada, sempre uma bela surpresa. No encontro anterior foi solicitado um texto sobre COMO VIVER EM UMA AREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL, todos trouxeram e explanaram seus pontos de vista. Os textos ao meu olhar são respeitáveis para o nosso trabalho e que serve inclusive como avaliação do tarefas desenvolvidas.
Destaque para a construção do texto do participante Luciano Colodino, que por ainda não ter idade pra participar diretamente do projeto é nosso convidado especial e contribuiu com a construção de um belíssimo poema descrevendo o viver em CIRIACO. O mesmo leu o trabalho para todos. O texto será postado em breve aqui na nossa pagina, aguardem. E nos envie seus comentários por favor.
Quaisquer tanto de agradecimentos são poucos para dizer quanto foi bom a participação de Junior Mendes, na realização desse trabalho. De forma que simbolizamos com um grande muito obrigado.
Mastigado da Jumenta, é o local que todos os moradores de Ciriaco e adjacências reúnem-se para divertissem na margem do brejo Andirobal.
No sábado dia 06 de agosto, foi outro vez tempo e hora de um novo encontro, com o objetivo de estudarmos um pouco mais sobre quais elementos importantes vamos abordar no nosso inventário, que vai conta com a contribuição de cada jovem que se inseriu no projeto patrocinado pelo Ministério da Cultura, de responsabilidade da Fundação Nacional das Artes. FUNARTE.
O tema abordado foi DIREITOS HUMANOS E O ACESSO À TERRA. Ministrado por Junior Mendes eximo conhecedor do assunto. Haja vista que o mesmo integra o Coletivo de Direitos Humanos do MST, e é assentado no PA Califórnia na vizinha Açailandia.
Tivemos ainda, como convidada e observadora a Professora do IFMA, da área de meio ambiente, e também do Direito, contribuiu imensamente para o entendimento do tema. Dialogou sobre a possibilidade de um intercambio com seus alunos do curso de meio ambiente e os jovens de Ciriaco, o que seria uma experiência impar para todos os envolvidos. Estamos aguardando.
A escolha do local se deu por vários motivos: Decidimos fazer o trabalho bem diferenciado e itinerante dentro da área da Resex. Observar o local, qual a interferência dos moradores, como esta sendo cuidado, ou não pelos que se aproveitam do espaço, como o órgão gestor se coloca frente ao empreendimento, que os jovens fizeram questão de grifar, já é uma aula de geografia.
O calor da tarde foi outro elemento salutar para aderirmos ao bar do Justino Colodino, que ficou o tempo inteiro escutando o dialogo, assim como sua esposa Pepita que bordava ali do lado e ouvia atentamente cada palavra.
A participação da juventude a cada encontro é superada, sempre uma bela surpresa. No encontro anterior foi solicitado um texto sobre COMO VIVER EM UMA AREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL, todos trouxeram e explanaram seus pontos de vista. Os textos ao meu olhar são respeitáveis para o nosso trabalho e que serve inclusive como avaliação do tarefas desenvolvidas.
Destaque para a construção do texto do participante Luciano Colodino, que por ainda não ter idade pra participar diretamente do projeto é nosso convidado especial e contribuiu com a construção de um belíssimo poema descrevendo o viver em CIRIACO. O mesmo leu o trabalho para todos. O texto será postado em breve aqui na nossa pagina, aguardem. E nos envie seus comentários por favor.
Quaisquer tanto de agradecimentos são poucos para dizer quanto foi bom a participação de Junior Mendes, na realização desse trabalho. De forma que simbolizamos com um grande muito obrigado.
Vanusa Babaçu
Responsável pelo projeto
Marcha das margaridas
http://www.fetraece.org.br/noticias/texto.php?Id=1314
Maria do Cabelão, eu e Maria Querubina - Seminario de Quebradeiras - São Pedro dágua Branca/MA.
Eu e Dona martinha. quebrdeira cantora - Povoado Petrolina Estrada do Arroz.
Nos dias 16 e 17 de Agosto de 2011 as ruas de Brasília serão enfeitadas com a presença de milhares de “Margaridas”. O Ato reafirma a presença das mulheres trabalhadoras rurais na luta por melhores condições de vida e trabalho no campo e contra todas as formas de discriminação e violência contra a mulher.
O grande evento acontece a cada 04 anos, sempre no mês de agosto, por ser o mês em que, há 27 anos, a líder sindical Margarida Alves foi assassinada por defender os direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores rurais. Margarida Maria Alves foi assassinada em 1983, na porta de sua casa, por latifundiários do Grupo Várzea, na cidade de Alagoa Grande, Paraíba. Sindicalista, sempre defendeu os direitos dos/as trabalhadoras/as rurais. Promovia campanhas de conscientização com grande repercussão junto aos trabalhadores/as rurais que, assistidos pelo Sindicato, moviam ações na Justiça do Trabalho, para o cumprimento dos direitos trabalhistas, como carteira de trabalho assinada, 13º salário e férias.
Em 2011 será a 4ª edição dessa importante ação de massa que teve início no ano de 2000. Na ocasião, mobilizou, em Brasília, cerca de 20 mil mulheres de todo o país. Na 2ª edição, em 2003 reuniu 40 mil participantes dos mais diversos lugares do país. A maior mobilização de massas organizada pelas mulheres trabalhadoras rurais no Brasil teve como resultados, além da visibilidade e reconhecimento social, a negociação de programas e políticas públicas voltados para o acesso das mulheres à terra, assistência técnica, crédito, políticas sociais e direitos de cidadania. Em 2007, cerca de 50 mil trabalhadoras rurais participaram da Marcha das Margaridas, em Brasília.
A Marcha das Margaridas afirma a resistência e convicção de que somente organizada é possível manter um diálogo aberto com a sociedade. Ressaltando uma postura de sujeitos ativos pela transformação da sociedade e libertação das mulheres na perspectiva da autonomia econômica, salário digno, fim das diversas formas de exploração da força de trabalho, política, reflexão sobre a construção cultural e inclusão social.
Dessa forma, avaliar e reafirmar a luta das mulheres trabalhadoras rurais pela reforma agrária e o acesso das mulheres a terra; água, soberania e segurança alimentar, pelo fortalecimento da organização produtiva, pelo fim de todas as formas de violência contra as mulheres, preconceitos e discriminações, pela liberdade, pela Paz mundial e desmilitarização, contra a privatização da natureza e dos serviços públicos.
São repertórios que oferecem vozes às “Margaridas” enquanto persistir desigualdades e injustiças no nosso país e tiverem impactos negativos para a vida de milhões de pessoas, sendo que quem mais sofre são as mulheres. Portanto, tem um caráter político específico e de grandeza organizacional que engendra ações rumo ao desenvolvimento rural sustentável e solidário e por uma sociedade justa com eqüidade de gênero, na perspectiva do fortalecimento do campo, do MSTTR e estabelecimento do PADRSS.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Pesquisa registra a labuta de famílias que vivem de atividades extrativistas
Pesquisa registra a labuta de famílias que vivem de atividades extrativistas
ago 2nd, 2011
A fotógrafa e pedagoga Vanusa Babaçu abriu a porta de sua casa-oficina ao Correio Popular para falar sobre um dos seus projetos, o Inventário Histórico-Social de Trabalhadores Agroextrativistas da Reserva Extrativista de Ciriaco, em Cidelândia, Maranhão. O projeto foi apresentado ao Programa Mais Cultura Microprojetos – Amazônia Legal, e aprovado pelo Ministério da Cultura.
A idéia foi registrar o cotidiano dos moradores, na quebra do coco, no trabalho da roça, nas festas religiosas, os momentos de lazer e os costumes que formam a identidade cultural da população tradicional. Tudo isso capturado em fotografias para servir como registro histórico para a própria comunidade e como fonte de pesquisas para escolas, universidades e a quem mais interessar. “O objetivo é contar a história deles através de uma cartilha montada com fotografias e depoimentos dos moradores”, explica a pesquisadora.
Vanusa está envolvida no desenvolvimento de um projeto idêntico, realizado no povoado Pifeiros, em Amarante do Maranhão, sob a responsabilidade da amiga Maria José Lopes Barros. Pifeiros está em um município que recebeu notoriedade nacional pelo grande foco de desmatamento. Lá residem 54 famílias das quais, segundo dados do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco, MIQCB, cinquenta e uma sobrevivem da quebra do coco babaçu. Essa atividade se desenvolve no interior das comunidades rurais do Maranhão como complemento da renda familiar. Os jovens participam ativamente dessa tarefa, que começa na infância e acaba por ser executada durante toda a vida. “É um trabalho interessante. Os mais velhos contam coisas que a maioria da comunidade não sabe. Os mais novos se encarregam de colher os depoimentos e escrever, e nós ficamos orientando para depois revisar”, diz Vanusa.
Para realizar o trabalho, as pesquisadoras precisam passar dias visitando a comunidade e convivendo com os moradores em busca do momento certo do registro. Vanusa Babaçu garante que “o resultado é gratificante”. Quantos as dificuldades? A maior delas é o tempo de espera entre o envio do projeto ao Ministério da Cultura e a chegada dos recursos. O projeto do Estudo sobre Pifeiros foi enviado em junho do ano passado, aprovado em outubro e a verba, R$ 13 mil, só chegou em abril de 2011. Elas precisam correr contra o tempo para finalizar o trabalho até o prazo determinado pelo Governo Federal, outubro desse ano. Enquanto isso, fotos e mais fotos.
Hemerson Pinto
A Babaçu
É a explicação que a pedagoga Vanusa da Silva Lima dá para o nome de carreira, Vanusa Babaçu. Com 42 anos de idade, há apenas seis ela começou a fotografar e, acredite, não foi com a intenção de seguir carreira: “Foi durante a pesquisa para a minha monografia. Eu saia para pesquisar e nem sempre dava para anotar tudo, então comecei a registrar em fotos para quando eu chegar aqui lembrar o que tinha visto”.
Ela afirma que durante esse trabalho construiu um acervo grande de fotografias sobre quebradeiras de coco em todo o Maranhão. Foi quando o Movimento Interestadual das Quebradeiras de Cocos, MIQCB, começou a procurá-la em busca dos registros que ela conseguiu fazer. A partir daí começou a se preocupar com a parte técnica da fotografia. “Fotografia é o flagrante da realidade. Depois que a foto é feita, já era. O que foi registrado não tem mais jeito. Pode até fazer outra foto da mesma cena, mas não é igual. Fotografia é a essência.” O acervo que possui tem cerca de 15 mil fotografias. “São as que achei interessante guardar.”
Há apenas seis anos na área, a fotógrafa social já foi convidada para fazer curadoria em seis exposições e já apresentou os trabalhos em várias cidades do Maranhão, inclusive a capital São Luis. Hoje Vanusa realiza cursos de fotografia, pensa e põe em prática vários projetos, sempre envolvendo foto. Na semana passada passou cinco dias com os índios da aldeia Gavião registrando o ritual fúnebre que eles realizam. O talento da mãe passou para a filha Isabel Maria Lima. Com apenas 13 anos, a menina conquistou o segundo lugar na categoria colorida do Concurso de Fotografia e Artes Plásticas dos 159 anos de Imperatriz.
“Gosto de fotografia, mas não tenho muito jeito para ser fotografada. Agora já estou mais acostumada”,confessa Babaçu.
Hemerson Pinto
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Projeto em Ciriaco
Mais um momento de encontro das atividades do Projeto que vai descrever sobre o viver dos moradores das comunidades pertencentes à Reserva Extrativista de Ciriaco e seu entorno.
O inicio das atividades se dá com a participação das convidadas Nara Sanaelia e Débora Sampaius com uma mística que objetivou levar todos os presentes à uma reflexão sobre o fazer desse projeto. Embasado numa palavra escrita em uma pétala que no final construiu um grande girassol que se tornou adorno do ambiente durante todo o desenvolvimento do trabalho.
O povoado que nos acolhe, é denominado de São Domingos, Domingão que perpetua o nome do primeiro a chegar pra aquelas bandas. Antecede a comunidade de Ciriaco, o mesmo por se localizar bem próximo a sede do município já tem algumas características citadinas, com ruas asfaltadas, bloquetadas e seus moradores exibem orgulhosamente seus celulares que serve também para interromper vez por outra a reunião. As moradias estão dispostas uma do lado da outra nas duas margens da estrada do arroz. Vale ressaltar que é em São Domingos que o vento faz a curva e leva a estrada rumo ao rio Tocantins, e logo se alcança o povoado Ciriaco e Alto Bonito, e por fim Viração com suas praias de rio, bem visitadas no momento inclusive por turistas, vizinhos da região.
No encontro de hoje, uma presença de destaque a Sra: Antonia filha de seu Domingos, o morador que assituou a comunidade. Além das presenças de Debora, professora da rede municipal de Imperatriz e Nara, pedagoga e professora no assentamento Nova Conquista, em Açailandia, MA.
O espaço cedido para acolher os participantes, é a escola Estela Lemos com suas paredes verdes.
Diante da realidade que vive os moradores da resex Ciriaco, faz se importante ressaltar um tema salutar, o Seminário Temático aborda: AMAZONIA LEGAL, EU ESTOU NESSE MAPA? O município esta inserido nessa importante área social geografia, no entanto nem todos têm conhecimento disso. Outro assunto enfatizado são as Unidades de Conservação Federal. Sendo ao nosso ver, importantes essas informações ainda acrescentamos ao tema estudado Reserva Extrativista e sua forma de viver, nessas áreas preservadas.
O almoço é partilhado nas casas dos participantes da comunidade de Domingão, que acolhe o encontro, haja vista que é um acordo feito por todos os participantes. A tarde é dinâmica, o tema abordado teve a explanação com muita propriedade pelo Analista Ambiental Jagno Nepomuceno, utilizando recursos áudio visuais data show, filmes, mapas, livros direcionados, textos bases etc. elementos que balizaram a participação de todos através de devolutiva dos trabalhos de grupos que de forma dialogada fizeram leituras de textos e apresentaram suas resenhas para todos.
O objetivo do projeto também foi lembrado, através da apresentação de um filme estrelado por Claudeane que fala da sua impressão inicial sobre a importância desse projeto.
Para finalizar nosso encontro desse fim de semana, o geógrafo Jagno lança um desafio: Todos os participantes devem trazer no próximo encontro um texto descrito como se percebem vivendo dentro de uma unidade de conservação federal, A reserva Extrativista de Ciriaco.
Vamos aguardar,
Texto de Vanusa Babaçu
Alegria Junina - Isabel é a dona do merecido 2º lugar
Alegria Junina - Fotografia que levou a 2ª colocação categoria colorida no III Concurso de Fotografia de Imperatriz - MA. A autoria é de Isabel Lima, a aspirante a fotógrafa, que da sua pouca idade 13 anos, cursando o 1º ano do ensino médio já acumula em seu currículo o Curso de Fotografia para Câmeras digitais - Pelo Senac - Imperatriz.
Ainda assina a organização de acervo fotográfico do Seminário para Juventude Organização e Participação que aconteceu na cidade de Praia Norte - TO. Bem como auxiliar em todas as saídas fotográficas das turmas de fotografia do SENAC.
A fotografia acima citada foi um dos clik´s que compõe um acervo de 1800 fotografias capturadas por essa adolescente durante os três dias do arraia da Mira que ocorreu no mês de junho na nossa cidade. A escolha do local estratégico para a captura das fotografias foi salutar. Do camarote vip, Bell Lima, estava bem posicionada e de olho aberto, de forma que não perdeu um só momento dos brincantes das 16 quadrilhas que ali se apresentaram.
Um momento de grande emoção foi o premio ter sido entregue por Alan Neto,diretor do Sistema Mirante de Comunicação, o mesmo testemunhou cada clik do acervo pessoal de Isabel Lima que se dedicou para elaborar um acervo que passa a fazer parte das paginas da historia cultural de Imperatriz, e que de certo vai fazer a diferença nos próximos afazeres elaborados e executados, por essa menina-moça de olhar especial para a fotografia arte.
A fotografia pode não ser a escolha profissional de Isabel Lima, no entanto, seu olhar para outras áreas pode ser complementado por essa arte. A arte de congelar o tempo e contar história pelas mais belas imagens.
Parabéns
Texto: Vanusa Babaçu
professora de fotografia de Isabel Lima
Mãe, admiradora, incentivadora e agora cheia de orgulho.
Resultado de concursos de fotografia e artes plásticas encerra eventos dos 159 anos
“Uma noite marcante” assim definiu o presidente da Fundação Cultura de Imperatriz Lucena Filho, a noite de entrega da premiação dos concursos de fotografia ( Terceira Edição) e artes plásticas ( Segunda Edição), na noite da última sexta-feira.
O evento que marca o encerramento das festividades dos 159 anos levou ao Buffet da Elciana os participantes do concurso, os amantes da fotografia e das artes plásticas, patrocinadores e autoridades como o prefeito Sebastião Madeira, o deputado federal Ribamar Alves, o deputado estadual Carlinhos Amorim, o secretário de estado de articulação política Hildo Rocha e o prefeito de Itapecuru e presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, Junior Marreca.
Este ano quem foi á solenidade que premiou os melhores registros fotográficos e as melhores telas do concurso se surpreendeu logo na entrada do local do evento com uma exposição de fotos antigas organizada pelos blogueiros Samuel Souza, Fernando Cunha e Vanusa Babaçu que com o apoio de integrante de famílias tradicionais reuniram fotografias da “Imperatriz de ontem” proporcionando uma verdadeira viagem no tempo. “Algumas dessas fotos estavam na Itália” informa Fernando Cunha.
"Imperatriz 159 Anos: Retratos de sua Identidade e Memórias" é o nome dado ä mostra que deverá percorrer, junto com as fotos e as telas vencedoras do concurso, ao longo de um ano, diversas instituições e eventos ao longo de um ano.
A mostra exibe fotos antigas da cidade, possibilitando aos visitantes fazer um resgate do desenvolvimento da cidade ao longo dos anos.
“Uma cidade não é feita só de asfalto” destacou o prefeito Sebastião Madeira ao falar sobre a realização dos concursos instituídos logo no início de sua gestão por iniciativa da Assessoria de Comunicação e da Fundação Cultural de Imperatriz.
O prefeito ressaltou que enquanto for prefeito iniciativas como essa sempre terá o apoio e o incentivo da prefeitura.
Desafio- Empolgado com qualidade dos trabalhos ali apresentados o executivo Júnior Coelho, do Sistema Difusora fez uma desafio ao diretor da Mirante/ Imperatriz, ambos patrocinadores dos concursos: “No ano que vem, ao invés de computadores, a gente se junte e ofereça uma mota aos ganhadores do concurso”
Já o secretário de Estado da Articulação Política Hildo Rocha, além de elogiar a iniciativa do prefeito Madeira pela realização do evento, propôs para o ano que vem uma parceria com o Governo do Estado e o lançamento de um livro com o resultado dos concursos realizados até agora.
O Assessor-Chefe de Comunicação do Município, jornalista Élson Araújo, observou que os trabalhos ali apresentados revelam os diversos ângulos do olhar do Imperatrizense sobre Imperatriz e lembrou. “Uns mais otimistas, outros, nem tanto, mas, o impressionante é que esse olhar tem evoluído cada ano”
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