Sou a bosta do boi
sou o velho riacho,
correndo em sentido único.
Sou lodo de tuas pedras
poeira que se faz nuvem em tuas estradas de chão batido.
Sou curinga, a palmeira centenária solitária e altiva
Sou pindoba, a nova e insistente palmeirinha!
Sou o pau....sou o machado
E ...
Morro todos os dias
e a cada instante, renasço em ti.
Foto e texto: Babaçu
Fim de tarde, nas estradas do sul do Maranhão
Dedico esses escritos, para aquele que é parte de mim: Roberto Henrique